Em 2063, Sofia é uma das mais
brilhantes cientistas mundiais. A sua última invenção foi o teletransporte, que
permite viajar rapidamente até qualquer local no universo.
Um dia, ao experimentar novas coordenadas
na sua máquina, Sofia viajou até um país onde tudo funcionava ao contrário. Os
habitantes que lá viviam eram de cor azul e muito altos. O seu país era muito
esquisito, eram dois planetas encostados um ao outro e a gravidade era oposta
um do outro e o que ligava-os era um grande edifício.
Se algum habitante se atrevia a passar
para o planeta que não era dele, começava a arder.
Sofia, quando lá chegou, viu os outros
habitantes e disse:
-Que
planeta é este?
-É
o planeta Gravity. Como é que cá
chegaste? E como não estás a arder?
-Eu
cheguei cá numa máquina que eu inventei para me teletransportar. Que história é
essa de arder?
-Quando
alguém passa para o nosso mundo arde, mas tu não passaste pelo edifício por
isso estás a salvo.
-
Acontece o mesmo se vocês forem para o planeta Terra?
-Sim.
-Como
é que te chamas?
-Nico,
e tu?
Eles
tornaram-se amigos. Ele levou-a para sua casa que era de gelatina, melhor
dizendo, todo aquele planeta era de gelatina.
-Como
é que os habitantes se alimentam?
-Eles
alimentam-se de gelatina, de iogurtes, de bananas, de maças e de todos os
legumes.
Como
o planeta era muito atractivo, eles decidiram fazer uma barraca para vender
comida e angariaram dinheiro para fazer novas coisas.
-Vamos
fazer uma máquina de criar robots de pastilha elástica. Assim, se formos
atacados colamos de novo as peças nos seus lugares. Mas têm o defeito de serem
muito frágeis.
Por
fim, o planeta de Gravity tornou-se um local muito seguro e muito interativo
para as pessoas que o visitavam e para as pessoas que o desejavam visitar.
Ana Raquel
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