sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O planeta Gravity


Em 2063, Sofia é uma das mais brilhantes cientistas mundiais. A sua última invenção foi o teletransporte, que permite viajar rapidamente até qualquer local no universo.
         Um dia, ao experimentar novas coordenadas na sua máquina, Sofia viajou até um país onde tudo funcionava ao contrário. Os habitantes que lá viviam eram de cor azul e muito altos. O seu país era muito esquisito, eram dois planetas encostados um ao outro e a gravidade era oposta um do outro e o que ligava-os era um grande edifício.
         Se algum habitante se atrevia a passar para o planeta que não era dele, começava a arder.
         Sofia, quando lá chegou, viu os outros habitantes e disse:
-Que planeta é este?
-É o planeta Gravity. Como é que cá chegaste? E como não estás a arder?
-Eu cheguei cá numa máquina que eu inventei para me teletransportar. Que história é essa de arder?
-Quando alguém passa para o nosso mundo arde, mas tu não passaste pelo edifício por isso estás a salvo.
- Acontece o mesmo se vocês forem para o planeta Terra?
-Sim.
-Como é que te chamas?
-Nico, e tu?
-Eu chamo-me Sofia.
Eles tornaram-se amigos. Ele levou-a para sua casa que era de gelatina, melhor dizendo, todo aquele planeta era de gelatina.
-Como é que os habitantes se alimentam?
-Eles alimentam-se de gelatina, de iogurtes, de bananas, de maças e de todos os legumes.
Como o planeta era muito atractivo, eles decidiram fazer uma barraca para vender comida e angariaram dinheiro para fazer novas coisas.
-Vamos fazer uma máquina de criar robots de pastilha elástica. Assim, se formos atacados colamos de novo as peças nos seus lugares. Mas têm o defeito de serem muito frágeis.
Por fim, o planeta de Gravity tornou-se um local muito seguro e muito interativo para as pessoas que o visitavam e para as pessoas que o desejavam visitar.

Ana Raquel

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