Finalmente, férias! Uma ilha
paradisíaca praticamente deserta. Deitada na praia, sinto o calor do sol
aconchegar-me. “Vou mas é dar um mergulho ao mar para ver se me sinto ainda
melhor.” Quando voltei do mar, vi um grupo de cinco palhaços do circo, e
perguntei a mim mesma:
- O que é que eles estão aqui a fazer?
O que é que eles fazem com aqueles trajes? Porque é que me estão a espiar? (…)
Passados uns minutos, os palhaços
aproximaram-se de mim e eu não sabia o que fazer naquele momento. Agarrei nas
minhas coisas e pus-me a andar de lá para fora da praia, mas eles vieram atrás
de mim…
O que é que eu hei-de fazer?
Esconder-me? Ou então fazer parte do grupo deles e ser um palhaço como eles?
Será que são ladrões? Vou lá falar com eles…
- O que é que querem? Querem apanhar
uma tareia?
Os palhaços fugiram, porque não sabiam falar
português e porque eram doutro mundo chamado “Ganda Monte de Palhaços”.
- Andem cá, seus palhaços.
Eles pararam e disseram:
- Ahahahahahahahahhaha.
- Ai, meu Deus! Eles vão enfeitiçar-me!
A menina, de repente, mandou um golpe
de karaté que tinha aprendido… e os palhaços disseram:
Eu pensei em falar por gestos e eles, ao
falaram comigo, chamaram-me para ir com eles, e eu fui… Ao ir com eles, um
deles sacou um arco e meteu-o no chão.
Eu pensei: “Aquele não bate bem da
cabeça! Porque é que ele pôs aquilo no chão?!”
De repente, saltou para dentro do arco
e desapareceu por debaixo da areia.
O último, antes de saltar, fez-me um
gesto para ir com ele e, quando saltei, fui parar ao mundo deles. Eu nem queria
acreditar no que via. Não havia pessoas com roupas normais, toda a gente estava
vestida como palhaços, até com o seu típico “nariz vermelho”. Não havia carros,
mas sim motociclos.
De repente, ouvi alguém a chamar-me e
acordei.
Kelly Santos nº9,
8ºC
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