segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

As peças de ouro

Ao passear com os meus amigos, vimos ao longe, um grupo de homens a esconder algo numa árvore. Depois de eles se afastarem, resolvemos descobrir o que faziam.
         Quando chegámos ao local, eu e os meus amigos encontrámos várias peças de ouro. O meu amigo João ficou logo com a “pulga atrás da orelha” por causa deste mistério. Ao vermos aquelas peças de ouro, que pareciam muito caras, resolvemos ir entregá-las à polícia. A polícia disse-nos que, naquele dia, de manhã, o museu tinha sido assaltado e tinham roubado todas as peças de ouro mais valiosas. Os polícias pediram para fazer um autorretrato dos assaltantes. Nós aceitámos e fizemos o autorretrato de dois dos sete homens. Os polícias mandaram-nos ir para casa descansar a cabeça e deixar de pensar no que aconteceu. Nós bem tentamos, mas a meio da noite todos nós fomos raptados.
         Os assaltantes perguntaram-nos o que tínhamos feito às peças de ouro. Nós dissemos que as tínhamos entregado à polícia. Eles ficaram todos enervados e disseram que nós tínhamos de recuperar as peças de ouro se não quiséssemos morrer. Nós não tivemos outra escolha senão ajudá-los. Não sabíamos como o íamos fazer, mas a verdade é que tínhamos de encontrar uma solução para o problema, pois não podíamos ajudar os assaltantes.
         Foi, então, que comecei a pensar em falar com um adulto, pois eles iriam ajudar-nos. Estava tudo bem pensado quando, de repente, se fez um click na minha cabeça. Poderíamos tentar fazer uma emboscada aos assaltantes, dizíamos que as peças de ouro estavam num determinado local e, depois, eles apanhavam-nas e eram presos pela polícia. Assim foi. Contámos tudo à polícia e estes aceitaram o plano. Mas um dos nossos foi levado como refém e, quando lhes contámos tudo, descobrimos que havia um polícia corrupto e que este tinha passado a informação. Ele foi preso, mas o nosso colega ainda era refém deles. Embora o assaltante tivesse colete antibalas, acabou por ser baleado nas costas e caiu.
         No final, eu e os meus amigos descobrimos que tínhamos desmantelado uma rede internacional de roubos. Fomos condecorados com uma medalha. 

Joel Gonçalo Resende Ferreira

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