Ao
passear com os meus amigos, vimos ao longe, um grupo de homens a esconder algo
numa árvore. Depois de eles se afastarem, resolvemos descobrir o que faziam.
Quando chegámos ao local, eu e os meus
amigos encontrámos várias peças de ouro. O meu amigo João ficou logo com a “pulga
atrás da orelha” por causa deste mistério. Ao vermos aquelas peças de ouro, que
pareciam muito caras, resolvemos ir entregá-las à polícia. A polícia disse-nos
que, naquele dia, de manhã, o museu tinha sido assaltado e tinham roubado todas
as peças de ouro mais valiosas. Os polícias pediram para fazer um autorretrato
dos assaltantes. Nós aceitámos e fizemos o autorretrato de dois dos sete
homens. Os polícias mandaram-nos ir para casa descansar a cabeça e deixar de
pensar no que aconteceu. Nós bem tentamos, mas a meio da noite todos nós
fomos raptados.
Os
assaltantes perguntaram-nos o que tínhamos feito às peças de ouro. Nós dissemos
que as tínhamos entregado à polícia. Eles ficaram todos enervados e disseram
que nós tínhamos de recuperar as peças de ouro se não quiséssemos morrer. Nós
não tivemos outra escolha senão
ajudá-los. Não sabíamos como o íamos fazer, mas a verdade é que
tínhamos de encontrar uma solução para o problema, pois não podíamos ajudar os
assaltantes.
Foi,
então, que comecei a pensar em falar com um adulto, pois eles iriam ajudar-nos.
Estava tudo bem pensado quando, de repente, se fez um click na minha cabeça.
Poderíamos tentar fazer uma emboscada aos assaltantes, dizíamos que as peças de
ouro estavam num determinado local e, depois, eles apanhavam-nas e eram presos
pela polícia. Assim foi. Contámos tudo à polícia e estes aceitaram o plano. Mas
um dos nossos foi levado como refém e, quando lhes contámos tudo, descobrimos
que havia um polícia corrupto e que este tinha passado a informação. Ele foi
preso, mas o nosso colega ainda era refém deles. Embora o assaltante tivesse
colete antibalas, acabou por ser baleado nas costas e caiu.
No
final, eu e os meus amigos descobrimos que tínhamos desmantelado uma rede
internacional de roubos. Fomos condecorados com uma medalha.
Joel Gonçalo Resende Ferreira
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