quarta-feira, 18 de junho de 2014

O caldo de pedra


O caldo de pedra 

Ato 1
Cena 1


(Um frade andava no peditório, vestia um hábito castanho remendado. Para junto a uma casa.)

Frade - (Batendo à porta) - Está aí alguém! Estou cheio de fome, pode dar-me alguma coisa para comer?
Lavrador – Não tenho nada para te dar, vai-te embora!
Frade – (Á parte, pegando uma pedra) – Vou ver se faço um caldinho de pedra. (Sacudindo-a e começando a olha para ela a ver se era boa ou não para fazer um caldo de pedra).
Frade – (Dirigindo-se para as pessoas da casa) – Alguma vez comeram caldo da pedra?
Lavrador – Não, e então?!
Frade – Só lhe digo que é muito boa!
Lavrador - Sempre quer ver isso!
Frade – (Depois de ter lavado a pedra) – Podem emprestar- me um pucarinho?
Lavrador – (erguendo uma panela de barro) – Toma lá esta!
Frade – (pondo a água e metendo a pedra) - Posso pôr a panela aí ao pé das brasas?
Lavrador – Claro!
Frade – Pode emprestar -me uma pedra de sal, um olhinho de couve e um niquinho de chouriço?
(Enquanto o caldo cozia, tirou do alforge pão e arranjou-se para comer)
Frade – Que delicioso!
Lavrador – Ó Sr. Frade, e a pedra?
Frade – A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.
Marco Navega
Ana Raquel

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Memória de infância.

                                          

Certo dia, em tempos que já lá vão, tinha eu 10 anos, estava num jardim a olhar para aquelas lindas flores da primavera, quando de repente apareceu ao meu lado um pequeno cachorro com pelo preto e castanho claro.
            Quando o vi, fiquei destroçado, olhando para a sua cara de tristeza e dor como se pedisse ajuda. Na verdade era isso que o pobre cachorrinho queria, pois tinha a sua pata a sangrar.
            Foi, então, que lhe peguei com cuidado e o levei comigo para casa sem pensar na reação dos meus pais.
Quando cheguei a casa. Não estava nem pai, nem mãe, por isso subi as escadas ruidosas até ao meu quarto, onde coloquei o cachorrinho sobre uma manta que estava em cima da cama.
            Comecei por ir buscar ligaduras, remédios, tratei-lhe da pata e fiz-lhe umas carícias. Sentindo-se amado, deitou a cabeça sobre a manta e adormeceu.
            Mais tarde, estava eu a ver televisão, quando chegaram os meus pais. Não me lembrando do cachorrinho, continuei a ver televisão enquanto os meus pais falavam entre si. De repente, ouvi um barulho de alegria junto dos meus pés.
            Fiquei contente quando olhei para baixo e vi o animal com uma carinha de felicidade. A minha alegria durou pouco tempo, porque os meus pais apareceram.
            Ficaram tão irritados comigo que nem me perguntaram o que tinha acontecido com o animal para estar ali. Só queriam metê-lo na rua sem pensar em nada
            Quando o meu pai o agarrou para o levar a rua, o cachorro levantou as patinhas pedindo colo. Ao encostá-lo a si deitou a sua cabeça ao peito do meu pai.
Foi aí que tudo se resolveu, pois o meu pai ficou encantado com a sua humildade de cão.

Esta memória tem-me acompanhado ao longo da minha vida. Com este cachorrinho os meus pais começaram a dar mais valor aos animais principalmente aos que são abandonados.

Ana Cristina

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Amar é...


Amar é sentir dentro do coração o amor,
E encher o coração de alguém com felicidade.

Amar até morrer e nunca esquecer,
Ser eu mesmo, sem me esconder.

Amar é lutar para não perder, passar todos os obstáculos até morrer,
É não desistir de quem nós gostamos.


Amar é acreditar nas pessoas que estão ao nosso lado.
Pedro Santos

Crescer é…


Crescer é superarmo-nos!
Mudar a vida, sem nos preocupar…
Crescer faz-me amar, sem pensar!
É evoluir com os erros e melhorar.
Tornar-me uma pessoa saudável e forte.

Crescer é um sonho original e real.
Ana Raquel

Sonhar é …


Sonhar é fechar os olhos e imaginar,
Acordar com vontade de realizar.

É de  noite dormir e acordarmos a sorrir.
Sonhar é imaginar tudo o que quisermos,
Sonhar é tornar a imaginação em realidade,
Pensar em coisas boas para alegrar o nosso dia ,
ter uma grande imaginação, sem ninguém nos poder parar.

Sonhar faz crescer , recordar , pensar e viver.
Inspiro-me nos meus sonhos e acredito que os vou concretizar.


Kelly Santos 

Ser Jovem é…





Ser jovem é ser feliz, é ser livre.
Ser jovem é divertir-se e fazer amizades.
Ser jovem é amar sem limites e sorrir de alegria.
Ser jovem é fazer novas aventuras, conhecer novas pessoas e libertar as más energias.
Ser jovem é ter amigos.
Ser jovem é não ter preocupações de adultos.
Ser jovem é morrer de rir e de felicidade.

Nuno

Amizade é …

                          

A amizade é linda, é quente como o amor,
A amizade é cooperação, companhia e lealdade,
A amizade é o que não se pode separar,
A amizade é a última coisa a morrer.

É ter total confiança, sem hesitar!
Amizade é confiar,
É ter um amigo que nos guie pelo caminho certo e não errado.

Amizade é não desistir de um amigo.

Marco Navega

Felicidade é…



Felicidade é a alegria de viver.
É sermos nós próprios sem ter vergonha de dizer…
E termos motivos para sorrir, pois necessitamos de alegrias.
Se não houvesse felicidade morrerias.

Felicidade é divertirmo-nos com prazer.
Felicidade é sentir um fogo cá dentro do corpo.
É por isso que somos felizes.

Alexandre Arromba

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Ser poeta é…


Ser poeta é escrever poemas,
Ter alma no coração,
Disfarçar e encantar com o que dizemos,
Brincar nas palavras com as canetas.

É sentir o nosso corpo a expirar o amor,
Escrever palavras que nos fazem sentir amados,
Dizer o que nos vem na alma,
Fazer os outros ficar encantados.



Diogo Alexandre 

Amizade é…


A amizade é ser feliz com quem nós amamos.
Ser amigo dos outros e darmo-nos bem com todos.

Amizade é estar junto dos amigos que precisam,
É fazer os corações parecerem “fogos”,
E ficar ao lado das pessoas que amamos e gostamos.
É estar ao lado dos amigos incondicionalmente,
Mesmo que nos desiludam muito
Ou que nos troquem por outras coisas.


Joel 

Ser Feliz é ……



Ser feliz é ser livre e responsável,
É saber amar e gostar dos outros.
É ser livre, é libertar os outros
E mostrar-lhes o que é o amor.


Ser feliz é amar quem nos rodeia,
É rir e brincar com o que quisermos.
É passar os dias felizes com o mundo,
Olhar para a vida e

Ver que o que importa são as coisas que fazemos bem.
Marco Cruz

Ser jovem é…


Ser jovem é ser divertido, ser apaixonado,
Rir-se com tudo e fazer rir todos.
Não ser adulto nem criança.

É saber que todos os nossos atos têm consequências,
E que essas consequências levam a outros atos,
Que nos poderão complicar a vida no futuro.

Ser jovem é fazer aquilo que mais gostamos e
É uma das melhores partes da vida.

Jorge 

Amor é…




Amor é uma coisa linda que se sente,
Quando estamos com alguém de quem gostamos.
É o que existe entre pais e filhos.

É algo que se sente cá dentro,
É sentir a alma a ferver no corpo,
Dar valor ao outro,
E fazer com que ele nos valorize a nós.

Amor é uma coisa única.


Sérgio

Ser criança é…



Ser criança é viver e ser feliz.
É sonhar e brincar,
É rir e sorrir,
Dormir e estudar.

Ser criança é cantar e dançar só para nos alegrar.
É ser inofensivo,
Estar bem com os outros.
Ser criança é ser feliz e fazer os outros felizes.



Ana Cristina 

Ler é…


Ler é interpretar e descobrir,
Explorar um mundo diferente,
Um mundo mais divertido
E mais colorido.

Ler é entrar num mundo virtual que nos faz sorrir.
É também interpretar um conto,
Sonhar e imaginar as palavras que se leem.
Ler é como um sonho inacabado,

Pois cada história pode ter um rumo diferente.


                                                                              Pedro Louro  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Autorretrato do Alexandre


Autorretrato de Nuno Silva



Eu chamo-me Nuno Silva, tenho 13 anos e vivo em Horta.    
Eu tenho olhos castanhos, cabelo da mesma cor que é rebelde, difícil de pentear e anda sempre no ar. A minha cara é oval, tenho uma estatura alta, peso regular, orelhas grandes, nariz médio e boca pequena.
Eu, normalmente, ando com uma camisa fina, uma camisola grossa, um casaco de penas,  calças de ganga compridas até aos tornozelos e umas sapatilhas pretas ou umas botas quando chove.
Sou divertido, simpático um bocado tímido e extrovertido.
Sou teimoso, respondão como um trovão, desobediente e um bocado mal educado.
No meu dia a dia, a minha profissão é ser estudante.
Mesmo sendo tímido, consigo falar com uma pessoa com quem tenho confiança e consigo fazê-la desabafar ou chorar, e também fico diferente com ela.

Eu gosto como sou, mas gostava de mudar numas coisas como deixar de ser teimoso, desobediente, mal educado e respondão.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Autorretrato - Pedro Louro

                                        
        Eu chamo-me Pedro, tenho catorze anos e vivo no Casal do Bolho.
        A minha estatura e o meu peso são médios. O meu rosto é oval, o cabelo é castanho, longo e encaracolado. Tenho olhos azuis que mudam como a cor do céu, às vezes são acinzentados, outras vezes amarelados, e o meu tom de pele é um pouco bronzeado.
        Sou muito extrovertido e gosto muito de conversar com as pessoas. Sei aconselhar as pessoas, mas, a maior parte das vezes, não consigo seguir os meus próprios conselhos. Há dias em que as pessoas levam um bocado com o meu mau humor matinal. Como todas as pessoas que querem ter um bom emprego na vida, eu esforço-me ao máximo para ter sucesso em todas as disciplinas e em quase todas as coisas que faço na minha vida. Nos meus tempos livres, ouço música.

       Eu gostava muito que, um dia mais tarde, o meu mau humor desaparecesse e que as pessoas não tivessem de ‘’levar com ele’’. Também gostava de me dar bem com toda a gente, mas há pessoas que não gostam de confraternizar comigo. Um dia espero que todos nós nos demos bem.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Autorretrato Marco Navega


Autorretrato - Kelly


Autorretrato - Ana Vidal




Autorretrato - Pedro Santos


Autorretrato - Joel


Autorretrato Jorge


Autorretrato do Diogo


Eu chamo-me Diogo, tenho 13 anos e vivo em Azenha.
O meu corpo é de estrutura média o que condiz com a minha idade. Os olhos  são castanhos como um pinheiro e tenho cabelo curto, castanho e liso. Sou extrovertido na escola, comunico com os meus colegas e sou engraçadito, consigo animar as pessoas com um falar de Mr.Bean e com o meu sorriso simpático. Às vezes sou chato e reguila de mais e as pessoas chateiam-se comigo. O que eu sei fazer no meu dia a dia é vir para a escola e ir para casa. Nos meus tempos livres jogo futebol, durmo, como, namoro e brinco com os meus colegas. Visto-me com calças de ganga e camisolas compridas. Há, já me ia esquecendo que uso óculos.
O que eu quero mudar em mim próprio é deixar de ser chato e irrequieto.

Este é o meu autorretrato, eu sou um rapaz feliz.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O telemóvel e os jovens

Atualmente, o telemóvel é muito utilizado principalmente pelos jovens. Na minha opinião, o telemóvel tem aspectos positivos e aspectos negativos. Os aspectos positivos são: o telemóvel é muito útil hoje em dia, porque quando alguém precisa de contactar uma pessoa, urgentemente, tem o seu telemóvel e não necessita de percorrer o caminho até casa dessa pessoa, simplesmente liga a essa pessoa e esclarece-se com ela. Os aspetos negativos são: algumas pessoas ficam possessas, quando não têm o telemóvel para andar a mandar mensagens para este e para o outro ou ficam sem bateria, pensando que estão sempre dependentes dele. Tendo em conta o que se disse, o telemóvel é muito útil hoje em dia, mas é para ser usado bem e não mal, como algumas pessoas fazem em não desligá-lo em sítios privados. Nuno Silva

As vantagens e desvantagens do telemóvel

Hoje em dia, o telemóvel é cada vez mais usado pelos jovens que só pensam em estar contactáveis para saber sempre o que acontece no país. Na minha opinião, o telemóvel é cada vez mais apreciado pelos jovens. O telemóvel tem inúmeras vantagens e desvantagens Relativamente às vantagens, os jovens gostam de estar contactáveis uns com os outros e isso permite o contacto com os outros, por isso é que, quando uma pessoa é tímida a falar pessoalmente, opta por falar por telemóvel. Consequentemente, há muitas desvantagens, como por exemplo as depressões que são provocadas por mensagens ou telefonemas de pessoas anónimas. O telemóvel também pode provocar doenças visuais, doenças cognitivas, obesidade e outros problemas como a desconcentração e a perda de tempo. 
Concluindo, eu acho que o telemóvel tem muitas vantagens e desvantagens, mas não podemos estar sempre agarrados ao telemóvel, porque há outras coisas mais importantes. Alexandre Arromba

Vantagens e desvantagens do uso do telemóvel

Atualmente, o telemóvel é muito usado, em várias situações, principalmente pelos jovens, o que pode ter várias vantagens e desvantagens. Na minha opinião, o telemóvel é muito útil, sendo extremamente vantajoso o seu uso, pois permite-nos estar contactáveis caso aconteça algo de grave, facilita a comunicação a pessoas mais tímidas e até nos permite recordar momentos através de fotografias. Por outro lado, também tem inúmeras desvantagens, como a desconcentração, o que acontece muito com os jovens, pois podem perder a concentração nas aulas e noutras situações. Também podem causar acidentes rodoviários ou até provocar algumas doenças como obesidade, porque com o tempo que se está ao telemóvel, acabamos por não fazer exercício físico, doenças visuais ou até depressões provocadas com mensagens que não gostamos de ver, como insultos, etc. Concluindo, o telemóvel é um objeto que se deve utilizar, mas não em demasia, pois podemos perder muitas coisas com isso. Margarida Santos Almeida

O uso do telemóvel no dia-a-dia dos jovens

Hoje em dia, o telemóvel é muito usado principalmente por jovens. Na minha opinião, há muitas vantagens na sua utilização, como por exemplo, estar contactável, contactar alguém, para lazer e inúmeras outras vantagens. Como por exemplo, ter acontecido um acidente familiar e ser necessário contactarem- me, ou, então, também poderá acontecer eu precisar de contactar alguém para lhes dar noticias ou informar de algo. Mas como há vantagens, há desvantagens como acidentes rodoviários e inúmeras doenças. Há dias, um amigo meu teve um acidente de carro por estar a mandar mensagens. O uso excessivo do telemóvel também pode causar doenças visuais, depressões, obesidade e outras coisas. Concluindo, o telemóvel é um meio de comunicação dos jovens e cada vez mais dos adultos e deve ser bem usado. Marco Navega

O telemóvel

Nos dias de hoje, a maioria dos jovens tem telemóveis, para poderem comunicar mais facilmente com os seus colegas, os seus amigos e com a sua família. A maior parte dos adolescentes não desligam os seus telemóveis para não ficarem incontactáveis com os outros, porque isso lhes causa desconforto e desinteresse pelas outras coisas, como a escola, etc. Na minha opinião, os telemóveis têm algumas vantagens, como por exemplo, facilita a comunicação a pessoas tímidas, serve para combinarem encontros com os seus colegas ou até para tirarem fotografias para guardar sempre no álbum das recordações. Podem ter muitos aspetos positivos, mas os telemóveis também têm algumas desvantagens, como por exemplo, causa depressões, doenças visuais, desconcentração e muita perda de tempo. Eu acho ainda que os telemóveis podem passar a um vício, pois tenho amigos que não passam um minuto sem o telemóvel e também têm receio de o desligar por causa de não o poderem utilizar. Também acho isso um exagero, porque para mim, o telemóvel só serve para quando eu não tenho nada para fazer, e com ele posso ouvir música, tirar fotografias, conversar com os amigos, etc. Por fim, o telemóvel, se não for bem utilizado, poderá causar consequências desagradáveis.

Use o telemóvel com cuidado

Hoje em dia, os telemóveis são os objetos mais usados pelos jovens, para estarem em contacto com os amigos e família. Na minha opinião, os telemóveis deviam ser utilizados, mas só em casos de urgência, como por exemplo, quando acontece alguma coisa a algum dos nossos familiares, ficamos logo a saber, também para falar com os amigos ou para perguntar o que são os trabalhos de casa. Por um lado, o telemóvel permite estar contactável e contactar com os amigos que estão longe e que já não vemos há muito tempo, permite guardar momentos que tenham acontecido e que não queremos esquecer, e também serve para o lazer, se não for muito tempo. Por outro lado, o telemóvel pode provocar doenças visuais, de obesidade, cognitivas e depressões, pois, em vez de estar com os amigos, estar com a família, passear ou praticar desporto, que é mais saudável, os jovens passam horas com ele. O telemóvel também provoca desconcentração nas aulas e, se for mal utilizado, pode provocar acidentes rodoviários. Para concluir, o telemóvel é muito usado pelos jovens e, se for mal usado, pode provocar doenças e acidentes, mas, se não for mal utilizado, não há perigo nenhum. Pedro Miguel Pereira dos Santos

As Vantagens e desvantagens da utilização do telemóvel

Nos dias que correm, mais de metade dos jovens utiliza o telemóvel como se fosse um objeto essencial para a vida humana. Grande parte dos jovens diz que não conseguem viver sem ele. Eu acho que o telemóvel é um objeto útil para o ser humano, como por exemplo para estarmos contactáveis com o mundo ou tirarmos fotografias para guardarmos momentos nos quais não queremos esquecer. Porém, mais de metade dos jovens abusa da utilização do telemóvel e perdem grande parte do seu tempo. Para além disso, podem apanhar doenças que poderão estragar as suas vidas e acabar com os seus estudos. As doenças que se podem apanhar devido ao uso excessivo do telemóvel são depressões, doenças visuais, doenças cognitivas e ainda a obesidade. Concluindo, no meu ponto de vista, o telemóvel tem vantagens e desvantagens, pelo que nós temos de nos assegurar de que não nos causa problemas. Ana Raquel Neves Vidal.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Telemóvel! Uso ou abuso?



Eu acho que existem muitas crianças a terem e a usar o telemóvel indevidamente na escola.
Por um lado, o telemóvel é preciso, mas por outro não, existindo algumas vantagens e desvantagens.
As vantagens são: estar informado, pedir ajuda em situações de aflição e entreter-se, como por exemplo nos intervalos e no almoço.
As desvantagens são: distração; por exemplo, quando o telemóvel toca na sala o aluno pode ficar sem ele se o professor o apanhar e pode levar falta disciplinar; pode provocar problemas de saúde, nomeadamente ao nível da visão.
Para evitar estas situações, os pais não devem deixar os filhos levar o telemóvel para a escola e em caso de emergência, o aluno deve pedir à direção da escola onde estuda para ligar do telefone da escola.
Por isto tudo, acho que o telemóvel devia ser proibido na escola. Agora digam-me o que acham deste assunto.

Joel 

O que tem de bom ou de mau o telemóvel?


Existem muitas pessoas a utilizar o telemóvel e, embora o seu uso seja necessário, às vezes é abusivo.
Na minha opinião, o telemóvel deve ser utilizado para nos divertirmos, para podermos estar contactáveis e para alguma situação de aflição.
No entanto, há algumas desvantagens do uso abusivo do telemóvel: podemos ficar com doenças visuais, cognitivas e, por vezes, alguns de nós ficam sedentarizados, ou seja, não saem de casa e têm problemas físicos, podendo ganhar excesso peso ou, por vezes, contrair diabetes. Estas doenças são graves, ficando connosco, às vezes, até ao resto dos nossos dias. Mas, se fizermos o uso devido do telemóvel e soubermos utilizá-lo sem que comprometa a nossa saúde,…

Por exemplo, se um jovem ficar viciado no telemóvel, poderá ficar com doenças de visão e cognitivas. A sua concentração e o seu empenho nos trabalhos realizados seria superior se ele dormisse e estudasse mais.
                Apelo a todos os jovens e usuários do telemóvel que o usem só quando for necessário e quando não estiverem a trabalhar.

Para quê o telemóvel?



Atualmente, o telemóvel é um objeto muito utilizado, principalmente entre os jovens.
Na minha opinião, o uso do telemóvel tem vantagens e desvantagens.
Como vantagens, o telemóvel pode ser utilizado para estar informado sobre o mundo ou para informar sobre um acidente e chamar o reboque, por exemplo.
Como desvantagens, o telemóvel pode causar doenças cerebrais, físicas, problemas de visão e também causar o problema do vício e da dependência.
Eu penso que usar o telemóvel durante o trabalho pode provocar distração ou despedimento da pessoa. A proibição é uma medida de prevenção para evitar o uso do telemóvel, também existindo a fiscalização: colocar o telemóvel numa caixa (se for na escola ou no trabalho).
Por fim, eu acho que o uso do telemóvel é bom e mau. Agora faço-vos uma pergunta. E vocês, o que acham do uso do telemóvel?

Diogo 

Proibição dos telemóveis na escola


Será que o telemóvel pode ser proibido nas escolas? Uma das propostas para evitar o uso excessivo do telemóvel é ser proibido nas escolas.
Na minha opinião, o telemóvel não deve ser proibido, porque os alunos ficarão mais stressados, uma vez que se sentirão menos informados sobre o que se passa à sua volta.
Para além disso o telemóvel tem vantagens como permitir estar informado sobre o que se passa no “facebook” e estar entretido nos intervalos a ouvir música e a jogar jogos.
Também há desvantagens de ter o telemóvel consigo, como mandar SMS excessivamente e não conviver com os amigos, e ficar com problemas de saúde, como por exemplo problemas cognitivos, físicos, visuais, de cansaço,
Concluindo, não se deve proibir o telemóvel, mas deve-se sensibilizar os alunos para o usarem de forma mais moderada.


Jorge

Há mais uso ou abuso?


Nos dias de hoje, quase todos os jovens têm telemóvel. Mas será que é positivo o seu uso? Há fatores positivos e negativos.
         Por um lado, é bastante positivo: os nossos jovens podem estar informados, entretidos e podem contactar alguém em caso de aflição/medo.
         Por outro lado, é muito negativo: pode provocar doenças crónicas, doenças físicas, provocar distração durante as aulas, provocar sedentarismo, que é um dos principais fatores que contribuem para a obesidade, etc.
         Mas será que há medidas de prevenção? Cerca de 74,3%, ou seja, a maior parte dos jovens afirma que o telemóvel só é útil se estiver sempre ligado, por isso, não o desligam durante as aulas. A maior parte das pessoas seja jovens ou adultos concordam que a proibição não é solução.
Concluindo, existem mais fatores negativos que positivos em relação à utilização do telemóvel, mas a utilização não é somente negativa. É verdade que os alunos têm de mudar o comportamento em relação à utilização do telemóvel, mas a proibição não é solução. Esperamos que os nossos jovens usem com moderação o telemóvel.

Sérgio 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Proibição ou não?

                                                         

Atualmente, há escolas onde é proibido o uso de telemóveis.
Será que a proibição de telemóveis nas escolas é a medida mais adequada a tomar?
Na minha opinião, não será a medida mais adequada, mas cada um tem a sua opinião. Como em tudo existem vantagens e de desvantagens.
Por um lado, as vantagens são por exemplo, quando uma pessoa está em aflição, o telemóvel dá sempre jeito ou para ligar ao “INEM” ou para ligar aos familiares. Também serve para comunicar com colegas e até mesmo para o entretenimento.
Por outro lado, também existem desvantagens, tais como o uso excessivo do telemóvel para coisa desnecessárias, como usar o telemóvel para mandar SMS na aula, e ouvir música em volume elevado.
O telemóvel também pode provocar doenças, algumas delas muito graves que podem ficar para toda a vida.
Em suma, devemos usar o telemóvel nos sítios adequados e na hora adequada.

Marco Cruz 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O planeta Gravity


Em 2063, Sofia é uma das mais brilhantes cientistas mundiais. A sua última invenção foi o teletransporte, que permite viajar rapidamente até qualquer local no universo.
         Um dia, ao experimentar novas coordenadas na sua máquina, Sofia viajou até um país onde tudo funcionava ao contrário. Os habitantes que lá viviam eram de cor azul e muito altos. O seu país era muito esquisito, eram dois planetas encostados um ao outro e a gravidade era oposta um do outro e o que ligava-os era um grande edifício.
         Se algum habitante se atrevia a passar para o planeta que não era dele, começava a arder.
         Sofia, quando lá chegou, viu os outros habitantes e disse:
-Que planeta é este?
-É o planeta Gravity. Como é que cá chegaste? E como não estás a arder?
-Eu cheguei cá numa máquina que eu inventei para me teletransportar. Que história é essa de arder?
-Quando alguém passa para o nosso mundo arde, mas tu não passaste pelo edifício por isso estás a salvo.
- Acontece o mesmo se vocês forem para o planeta Terra?
-Sim.
-Como é que te chamas?
-Nico, e tu?
-Eu chamo-me Sofia.
Eles tornaram-se amigos. Ele levou-a para sua casa que era de gelatina, melhor dizendo, todo aquele planeta era de gelatina.
-Como é que os habitantes se alimentam?
-Eles alimentam-se de gelatina, de iogurtes, de bananas, de maças e de todos os legumes.
Como o planeta era muito atractivo, eles decidiram fazer uma barraca para vender comida e angariaram dinheiro para fazer novas coisas.
-Vamos fazer uma máquina de criar robots de pastilha elástica. Assim, se formos atacados colamos de novo as peças nos seus lugares. Mas têm o defeito de serem muito frágeis.
Por fim, o planeta de Gravity tornou-se um local muito seguro e muito interativo para as pessoas que o visitavam e para as pessoas que o desejavam visitar.

Ana Raquel

O clube secreto


Ao voltar para casa por um caminho que passava pela floresta, o João começou a ouvir uma estranha conversa. Ele ainda pensou para si mesmo e pensou que tinha sido vento a fazer um barulho. Então, continuou a andar até que, de repente, começou a ouvir a tal conversa outra vez, ele parou e tentou ouvir o que se dizia. Foi, então, que ouviu muitas pessoas a falar, mas só conseguia perceber o seu nome naquela conversa. Ele ficou super assustado a pensar o que poderiam estar a falar dele.
Porém, ultrapassou o medo e foi atrás do barulho que ouvia. O João chegou ao sítio onde diziam o seu nome, era uma enorme casa. Ele bateu à porta e as pessoas que se encontravam lá dentro, ficaram espantados por vê-lo, visto que tinham acabado de falar nele.
O João entrou e perguntou-lhes o motivo de estarem a dizer o seu nome. Eles responderam que aquilo era um clube secreto, que precisavam de um chefe e que João era a pessoa indicada para o cargo.
Ele, todo espantado, respondeu imediatamente que sim, mas perguntou porque o escolheram a ele com tantas pessoas por aí. Eles responderam que ele era um homem muito criativo e corajoso.
João perguntou de que se tratava esse clube:
Eles responderam:
-É um clube de futebol.
-Como se chama? – Perguntou João.
-Chama-se “Os 5 rapazes curiosos”. – responderam eles.
-E porque tem esse nome? – perguntou João novamente.
-Porque somos os 5 curiosos… - afirmaram eles.
-Muito bem. – respondeu João.
Então, João, muito orgulhoso por o terem chamado para o cargo , aceitou o desafio e tornou-se o chefe daquele clube.


Margarida 

A porta misteriosa


         O Pedro, ao passear com os seus amigos, vê, ao longe, um grupo de homens a esconder algo numa árvore. Depois de eles se afastarem, resolveram descobrir o que estavam a fazer.
         Quando o Pedro e os seus amigos chegaram perto deles, perguntaram-lhes:
         - O que é que vocês estavam a esconder atrás daquela árvore?
         - Só vos conto, se prometerem não contar a ninguém.
         - Está bem! Nós prometemos.
         - Estávamos a esconder ouro, numa passagem secreta, que começa a partir daquela árvore.
         O Pedro e os seus amigos, curiosos, perguntaram-lhes até onde ia aquela passagem secreta.
         Eles responderam que não sabiam e o Pedro, curioso como era, resolveu perguntar–lhes:
         - Amanhã, querem ir descobrir até onde vai a passagem secreta?
         Toda a gente disse que sim.
         No dia seguinte, encontraram – se à hora combinada, estavam todos curiosos e cheios de energia.
         Passadas algumas horas a tentar encontrá-la, eles descobriram umas pegadas em direção a um grande rochedo. Quando chegaram ao pé do rochedo, as pegadas tinham acabado. Desconfiados, começaram a pensar o que poderia ter acontecido para elas acabarem.
         Então, um dos amigos do Pedro sugeriu que eles tinham subido o rochedo.
         Todos subiram o rochedo e encontraram uma porta que dava para o mundo encantado.
         -Que mundo é este? – perguntaram todos ao Pedro.
         -Não sei, nunca estive cá.
         -É melhor irmos embora. – disseram todos exceto o Pedro.
         -Vão, eu fico mais um bocado a tentar perceber onde estamos.
         Todos foram embora, enquanto Pedro tentava descobrir onde estava.
         Pedro ficou lá umas horas sozinho e tentou descobrir o que é que aquela porta continha lá dentro, havia uma porta encantada onde havia um grande tesouro, e o Pedro conseguiu fazer magia, para que a caixa do tesouro se abrisse. Passadas três tentativas, ele consegui abrir o tesouro.
         Por fim, foi para casa contentíssimo por estar rico.

         Pedro Santos

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O bolo com cobertura cor-de-rosa.


         Pedro entrou no café e mirou a vitrina com os bolos. Todos tinham um aspeto delicioso. No entanto, aquele estranho bolo cor-de-rosa, na segunda fila, captou a sua atenção. Nunca vira um bolo igual e, quando chegou a sua vez, resolveu experimentá-lo. O empregado franziu o sobrolho, olhando espantado para o bolo. Ao aperceber-se da estranheza do empregado, Pedro perguntou-lhe:
         -Por que fez uma cara estranha quando eu lhe pedi este bolo?
         -De manhã, quando pus os bolos na vitrina, tenho a certeza que não pus nesta vitrina nenhum bolo cor-de-rosa.
         Pedro que gostava de aventura ficou logo feliz. E perguntou a si mesmo, quem teria posto aquele bolo na vitrina? E com que intenção?
Então, Pedro, entusiasmado com o que o empregado lhe tinha dito, ficou ansioso e quis comê-lo.
         -De qualquer forma, é aquele que quero comer- disse o Pedro.
         O empregado teve receio de lhe dar o bolo e perguntou:
         -Tens a certeza que queres comer este bolo?
Com mais certezas ainda, Pedro disse:
         -Sim, é esse mesmo.
 O empregado, assim, satisfez o seu pedido, pegou numa caixa, pôs o bolo lá dentro e entregou-o ao rapaz. Pedro saiu do café, com uma enorme vontade de chegar a casa e ir comer o seu bolo com cobertura cor-de-rosa. Chegando a casa, quis provar aquele delicioso bolo. Estava esgotado de ter vindo a andar para casa, mas, quando talhou uma fatia e a comeu sentiu-se com uma energia enorme. Pensou que talvez o bolo tivesse algum poder mágico, e voltou a gastar a sua energia, praticando incansavelmente exercício durante 4 horas seguidas. Quando ficou sem energia, voltou a comer uma fatia e ficou com toda a sua energia outra vez.
         Quando anoiteceu, Pedro, em vez de comer o bolo, guardou-o para o dia seguinte.
No dia seguinte, Pedro tinha jogo de futebol e, antes de sair de casa, comeu o resto do bolo, que lhe provocou grandes dores de barriga.
         No jogo, Pedro começou a correr e pediu ao seu treinador para o substituir, porque tinha imensas dores de barriga. Foi para o balneário e vomitou na roupa de um colega.
         Pedro, com esta aventura, apercebeu-se que não podemos exagerar no que comemos, e também percebeu que uma alimentação para ser boa precisa de ser variada.
         Pedro perguntou ao seu treinador se tinha algum castigo e o treinador respondeu-‑lhe que sim, que tinha de lavar a roupa do colega.

Sérgio Oliveira 

O navio S. Simão



Abri o jornal e, na terceira página, deparei-me com uma notícia que parecia dirigida a mim.
“Há exatamente 500 anos, o navio S. Simão naufragou ao largo da costa alentejana. Comandado por André Costa, transportava 3000 barras de ouro, 2000 barras de prata, três baús com pedras preciosas e quatro arcas com jóias reais. Este gigantesco tesouro permanece no fundo do mar.”
         Imaginei logo que com aquela mercadoria toda ficaria muito rico e famoso. Tentei falar com alguns meus amigos para irmos explorar aquele navio carregado de bons tesouros. Como aquele navio nunca fora explorado ou resgatado pela polícia, decidimos que, dali a uns dias, íamos com fatos de mergulho e um bote explorá-lo.
 Quando chegamos à praia, montámos num bote que estava ali parado sem dono. Em primeiro lugar, vimos o mapa do mar e as coordenadas do local onde estava afundado o navio S. Simão. Quando chegamos ao local, parecia que estávamos no deserto, mas estávamos no meio do mar. Vestimos os fatos de mergulho, pusemos as botijas de oxigénio às costas e fomos explorar. Vimos o navio cheio de algas, lodo, peixes e corais e fomos explorá-lo.
Encontramos várias barras de ouro, prata e vários baús com pedras preciosas. Carregámos o barco e, quando íamos a voltar para terra, apareceram uns piratas que nos raptaram e levaram o nosso tesouro.
Esconderam-nos numa gruta perto da praia e puseram um guarda todo o dia à porta. Nós preparamos um plano, conseguimos fugir e levamos o nosso tesouro. Porém, começou a pesar-nos a consciência, porque aquele tesouro não nos pertencia. Foi, então, que decidimos ir à polícia e explicar tudo aquilo que nos tinha acontecido desde a ideia de explorar o navio até conseguirem fugir da gruta onde tinham sido presos. Embora não soubéssemos, a polícia nunca tinha conseguido penetrar no barco. Ofereceram-nos uma recompensa bem avantajada. Todos nós saímos a ganhar. Os piratas foram apanhados umas semanas depois quando tentavam encontrar tesouros no barco.
         Tudo correu bem e nós vivemos as nossas vidas bem-afortunadas, até o fim dos nossos dias.  

Pedro Louro 8ºC